ADIAMENTO do "Simpósio Nacional de Resíduos e Efluentes Orgânicos" (dia 2 de outubro)

Comunicado
A Direcção da SCAP, em consonância com a Comissão Organizadora decidiu adiar este evento, previsto para o próximo dia 2 de Outubro, para outra data mais oportuna, por não estarem reunidas no momento actual, as condições necessárias para a sua viabilização.
Neste sentido, e, após pequenos ajustamentos no programa já divulgado, esperamos poder informar brevemente todos os interessados da nova data e local onde terá lugar este Simpósio.
Lisboa, 17 de Setembro de 2015
A Direcção da SCAP
Para além da problemática urbana, a pecuária intensiva, a agroindústria e a fileira florestal, atividades com enorme peso na economia nacional e no aumento das exportações; mas que ao mesmo tempo, são geradoras de problemas ambientais e de saúde pública, devido à enorme quantidade de resíduos e efluentes que produzem, constituindo por isso um problema que exige legislação adequada e soluções que minimizem os impactos ambientais negativos, e conduzam ao seu melhor aproveitamento para a produção de corretivos orgânicos e energia.
Nesta perspetiva, e tendo em vista fazer o ponto da situação sobre os estudos e projectos de investigação que estão a ser levados a cabo nas Universidades, nos Laboratórios do Estado e nalgumas empresas, com o objetivo de encontrar soluções e tecnologias, cada vez mais limpas e eficazes, que ajudem a preservar o ambiente e a promover o seu aproveitamento, a Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal (SCAP), com o apoio da Câmara Municipal de Leiria, decidiu realizar este Simpósio, destinado a: técnicos, investigadores, empresários, agricultores e estudantes; e assim, promover o mais amplo debate sobre estas questões e a transferência do conhecimento adquirido para os agentes envolvidos neste complexo processo.
Por sua vez, no contexto agrícola, a matéria orgânica que pode ser recuperada através da produção industrial de corretivos orgânicos, é indispensável para melhorar as características físicas, químicas e biológicas dos solos, constituindo a principal base da sua fertilidade e, simultaneamente, reduzir a aplicação de outros fertilizantes e a incorporação direta, a qual, sem controlo adequado, pode aumentar os níveis de poluição.
A redução da produção de estrume nas explorações agrícolas nas últimas décadas e a pobreza em matéria orgânica da generalidade dos solos nacionais, devido a razões climáticas e práticas de mobilização excessiva, que favorecem a sua mineralização, tornam esta questão ainda mais premente nos tempos actuais.
Por outro lado, o aproveitamento energético para a produção de biogás e biocombustíveis é outra potencialidade largamente experimentada e implementada em vários países europeus que, para bem do ambiente e da redução da fatura energética, devemos também explorar.
Perante tão vasto leque de abordagens, patente na diversidade e elevado nível das comunicações que serão apresentadas neste programa, por reconhecidos especialistas, convidamo-lo(a) a aceitar o nosso convite e a participar neste importante evento.
